sábado, 26 de maio de 2012

Fala sério!

Meu celular tocou, era o Bill, Rafa me disse pra atender, eu atendi:

_Alô?

_Onde você está? Tô te procurando em todo canto...

_Por que você está gritando? Tô no Luna com o Rafa... Fica tranquilo aí e para de gritar comigo. Que coisa.

_Não estou gritando! Tô apenas perguntando. Por que não me disse que ia encontrar o Rafa?! Sou sempre o último a saber? É isso mesmo?! É assim que vai funcionar?! Responde!

_Se você continuar gritando vou desligar o telefone. A gente tá namorando, não fui comprada num leilão. O Rafa me ligou do nada e não deu tempo de avisar. Somos amigos a quase um século, estamos conversando, não estou te traindo! Odeio que gritem comigo...

_Não vou mais discutir, quando acabar o encontrozinho, vc me liga. Valeu?

_Se quiser falar comigo, você vai me ligar. Faz assim, se quiser, me liga amanhã! Estou conversando uma coisa séria, depois falo com você.

_Tá bom Ayla, tchau!

_Que seja!

Bati o telefone com vontade na cara de Bill e Rafa ficou me olhando como se eu fosse outra pessoa:

_O que houve?

_Ele fica dando ataque, gritando comigo no telefone, ninguém merece isso.

_Fica calma...

_Aff's.

_Vai pra casa e fica tranquila, amanhã eu te ligo!

_Tá bom Rafa. Beijos. Te amo viu?

_Vi! (risos de ambas as partes) Também te amo!

Fui pra casa, tomei um banho e mandei uma mensagem de 'boa noite' pro Rafa e pro Bill. O Rafa me respondeu com outro 'boa noite' e o Bill com um 'me desculpe. não queria gritar com você. boa noite. eu te amo' Fui dormir tranquila.


sábado, 7 de abril de 2012

Eu não podia acreditar!

Não conseguia acreditar de depois de quase dois meses ele retomaria nossa amizade como sempre foi. Me arrumei e saí. Quando cheguei no Luna o Rafa já estava lá sentado em uma das mesas que sempre sentamos e ele estava super arrumado. Beijei o rosto dele e me sentei, ele começou dizendo:

_Desculpe ter demorado tanto pra reconhecer que eu estava errado e não você.

_Tudo bem, pelo menos agora você está aqui.

_Eu amei você muito.

_Não ama mais?

_Não como amava antes.

_Isso significa que não odeia mais seu ídolo?

_Basicamente.

_O que isso quer dizer?

_A estória ainda me faz um pouco mal.

_Você tem que deixar isso pra trás.

_Estou trabalhando nisso. Mas, é muito difícil tentar esquecer essas coisas, doeu.

_Mas, você tem que superar.

_Tá bom. Não quero discutir. Vim aqui dizer que reconheço que eu tava errado e que se você o ama de verdade eu não posso interferir.

_Sério mesmo?

_Sério. Eu quero fazer parte da sua vida novamente, quero que essa rivalidade que criamos à toa acabe.

_Também quero.

Ele passou a mão no meu cabelo e disse:

_Eu te amo e vou amar pra sempre e descobri que pra que eu seja feliz, você tem que estar feliz.
Nos levantamos e nos abraçamos e eu disse no ouvido dele:

_Eu te amo.

terça-feira, 27 de março de 2012

Passaram-se os dias, semanas...

Passaram-se os dias, as semanas e nada mudou, eles não falaram comigo, nem elas. Continuei morando com a minha querida patroa, apesar de passar a maior parte do tempo com Bill, Tom e Thallik. Georg e Gustav às vezes vinham nos visitar e nos divertíamos bastante. Minha mãe me ligava todo dia pra saber como eu estava e se eu perdoaria a Alice. Minha intenção nunca foi perder uma irmã. Eu a amava, mas, ela não queria falar comigo e não era eu quem ia insistir.
Já uns dois meses depois da situação toda, já muito bem com o Bill e nenhum outro problema me enchia. Meu telefone tocou num domingo à tarde:

_Liika?

_Eu mesma. Quem tá falando?

_Não reconhece nem mais a minha voz, nem meu número de telefone? - Me lembrei daquela voz falando muito próximo ao meu ouvido.

_Rafa?

_Eu, amor. Senti sua falta. - Soltei um grito ensurdecedor, acho que ele ficou surdo durante algum tempo.

_Também senti sua falta, idiota.

_Quero te ver hoje, pode ser?

_Pode. Onde você quer que eu vá?

_No Luna Light. Pode ser?

_Pode. Tô por perto. Que horas?

_A de sempre.

Desligamos e eu decidi que foi o dia mais feliz da minha vida.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Vocês destruiram nossa amizade!

Thaliik abriu a porta e quando me viu, me abraçou dizendo:

_Graças a Deus! Você tá bem?

_Tô. Relaxa. As meninas estão por aí?

_Estão. Oi cunhado.

_Oi - o Bill respondeu com um sorriso.

Ela foi chamar as meninas e nós dois ficamos ali na sala da minha antiga casa abraçados. As meninas chegaram na sala, já com uma cara que eu não gostei. Bill não me soltou do abraço. A Isa começou:

_O que você quer?

_A pegunta certa é: O que vocês querem? - respondi já sendo grossa. - Querem que eu seja infeliz? Querem perder uma amiga? Querem que realmente leve essa palhaçada de não falar comigo à sério? Querem acabar com o que a gente construiu? Querem acabar com a promessa de amizade eterna? Até minha própria irmã está contra mim. E eu tenho minhas dúvidas se não foram vocês que encheram a cabeça dos meninos. A verdade é que vocês destruiram nossa amizade! - Saí do abraço de Bill e lhe dei mão para sairmos quando a Lij, finalmente se manifestou:

_Não te virei as costas.

_Sim você virou, sim.

_Não, era só porque as meninas queriam que você voltasse com o Rafa e a Thaliik com o Pê.

_Desse jeito vocês só conseguiram estragar tudo. - Virei as costas e quando já estava na porta, me virei e disse - Amo vocês, mas me mataram mesmo sem querer. - E saí.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Hora de falar a verdade!

Quem abriu a porta foi o Pê, muito engraçado isso, e quando nos viu já ia batendo a porta na nossa cara quando eu a segurei e disse:

_Preciso falar com o Rafa e com você também.

_Não quero conversar e acredito que o Rafa também não queira.

_Exatamente. Isso tem que acabar.

Ele deixou eu entrar e chamou o Rafa. Eu e Bill sentamos no sofá pra esperar eles se acostumarem com a nossa presença lá. O Rafa veio e perguntou:

_Ele veio por quê?

_Porque ele é meu namorado e vocês meus melhores amigos e isso não pode ficar do jeito que tá, você não pode me odiar pra sempre.

_Na verdade eu não te odeio. - ele disse enquanto sentava no sofá - Eu odeio ele.

_Não odeia não. Você sempre foi fã dele e da banda toda e agora vem dizer pra mim que odeia ele.

_Depois que ele começou a namorar minha melhor amiga e a menina que eu amei a vida toda, passei a odiar ele.

_Escuta Rafael, - Bill começou o discurso dele - eu nunca quis roubar sua namorada ou coisa parecida. Eu me apaixonei por ela quando li a carta que ela mandou pra mim e depois que a vi pessoalmente... Não consegui evitar, tinha pelo menos de dizer a ela que eu a amava. Só que ela me aceitou. Minha idéia nunca foi tirar nada de você.

_Mas tirou, você tirou a única pessoa que conversava comigo sem que a gente tivesse que pronunciar uma palavra, a única pessoa que me entendeu toda vez que tive vontade de chora e não queria parecer fraco, a única pessoa que me amou de verdade, você tirou de mim.

_Rafa, - voltei a conversa - estou com ele porque eu o amo, mas, não diminui nada do que você acabou de dizer, ainda podemos conversar do nosso jeito, ainda entendo quando não quer parecer fraco e ainda te amo de verdade, só que de outro jeito, você ainda é a pessoa que eu mais amo nesse mundo, só que agora te amo como meu irmão, como nunca deveria ter deixado de ser.

_Não estou pedindo pra você ser meu melhor amigo, nem mesmo meu amigo. - Bill começou a falar com ele - Só estou pedindo pra você aceitar que a gente se ama, de verdade, e pra você entender que eu nunca fiz isso pra que você ficasse mal e ela nunca vai deixar se ser sua amiga. Ela nunca vai deixar de te amar.

_Isso não ajuda muito, pelo menos não agora, preciso pensar nisso.

_Ok, entendo. - beijei o rosto dele e antes de ir embora gritei pros meninos - Não adianta vocês me odiarem, não vai mudar nada. - voltei a falar com o Rafa - Vou embora, quando entender o que eu disse me liga.

Saímos, não esperamos ninguém abrir a porta pra nós, apenas saímos. Fomos almoçar juntos e fomos bater na minha antiga porta.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Furacão Thaliik!

Fui morar na casa da minha patroa, é bom ser amiga da sua patroa, expliquei o que tinha acontecido e ela ficou um pouco chocada e me emprestou o ombro pra eu chorar um pouco.
Em quanto isso lá em casa, a Saireh sentiu minha falta:

_Alguém sabe onde está a Liika?

_Não faço idéia, deve ter saído com o motivo da discórdia. - a resposta veio da Isa e ela estava falando do Bill.

_Geralmente ela avisa que vai sair. - essa veio da Bruniinh.

_Alô, a gente não tá falando com ela, lembra? - disse Isa, pra deixar claro porque não avisei que ia sair.

_Mesmo assim, hoje é sábado e ela não costuma sair tão cedo, e deixaria pelo menos um bilhete, ela responsável demais pra nos assustar desse jeito. - disse Lij.

_Vamos procurar um bilhete pela casa! - disse Thaliik já procurando em cima da mesinha de centro da sala.

Todas começaram a procurar e Thaliik gritou:

_Achei um bilhete, acho que é dela.

Depois de ler o bilhete Thaliik gritou:

_A culpa é sua! - estava falando com a Isa.

_Minha? Ela foi embora porque quis, eu não tenho nada a ver com isso.

_Claro que tem. Essa idéia de não falar com a gente foi sua!

_Quem disse isso?

_As meninas me disseram, por isso não me preocupei, mas, não disseram pra ela qual era o propósito dessa palhaçada!

_Só fiz isso pra ela se tocar que é do Rafa que ela gosta.

_E se ela gostar realmente do Bill? Você não tem como saber! Fez com que uma das nossas melhores amigas fosse embora e a gente nem sabe pra onde ela foi!

_Liga pra ela, com certeza ela vai te atender.

_Quando ela souber ela vai me odiar, quando souber que eu sabia de tudo, desse seu plano idiota e não disse nada a ela, eu deixei ela pensar que vocês realmente não queriam falar com ela.

_Desculpa, tenta falar com ela.

_Vou esperar um pouco, ela ainda está com muita raiva, deve estar pensando pra onde vai, mais tarde ligo pra ela.

Mais tarde, eu liguei pro Bill, iamos resolver o problema juntos:

_Amor.

_Oi amor, fiquei preocupado com você depois que te deixei em casa ontem. Tá tudo bem?

_Está, estou na casa da minha patroa, quero que me encontre na pracinha do Happy Night. ainda lembra onde fica?

_Claro, quando você quer me encontrar lá?

_Agora. Pode ser?

_Pode, vou só me trocar, tudo bem?

_Tá. Tô te esperando lá. Beijo

_Tá. Beijo.

_Bill?

_Fala.

_Eu te amo.

_Também te amo.

Fui até a praça e esperei um pouco, não demorou muito ele estava lá, sentamos e conversamos durante bastante tempo e decidimos enfrentar a situação. Batemos na porta dos meninos.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Tentando resolver!

Eu não podia acreditar que estavam todos contra nós, era uma tortura, eu não conseguia entender, só estava tentando ser o que eles mesmos sempre me disseram pra ser, feliz e o que eu estava recebendo em troca, o Rafa e o Pê tristes e os meninos nem olhavam na nossa cara, as meninas, nem queira saber, tirando a Saireh que sempre entende todo mundo, as outras estavam nos culpando e dizendo que tinhamos feito com que elas perdessem os melhores amigos delas. Tá legal, a culpa era nossa, nós sabiamos, mas precisávamos de apoio e não de mais rejeição. As coisas só pioravam e eu, não sei a Thaliik, mas eu, com certeza queria morrer.
Nós dias que se seguiram fui do trabalho pra faculdade e da faculdade pra casa, só falava com Bill por telefone e eu tinha certeza que ele estava ficando chateado com isso. A Thaliik resolveu fazer o que desse na telha e se divertiu muito enquanto eu queria que a morte chegasse mais rápido que os trovões das chuvas de todos os dias daquela semana fúnebre.
No fim de semana, Bill me ligou e pediu pra encontrar, não podia mais adiar encontrar com ele, mas, não sabia o que eu deveria fazer, ainda estava triste demais, acabei indo. Ele me levou a uma festa de um dos amigos doidos da Thaliik e é óbvio que as meninas estavam lá, elas não falaram comigo.

_Por que me trouxe aqui?

_Pra você se divertir.

_Onde ninguém quer falar comigo? Ótimo lugar pra eu me divertir amor.

_Você precisava sair de casa e a Thaliik e o Tom me encheram pra te trazer, daí eu trouxe.

_Legal. Quero ir embora. Agora.

_Relaxa, dois minutos, se você não se divertir te levo pra casa.

_Ok, dois minutos.

O tempo passou e ele não me levou pra casa e quase no fim da festa eu resolvi ir ao banheiro, foi a pior decisão que já tomei na vida, no caminho encontrei o Rafa que simplemente baixou a cabeça e se afastou, no banheiro encontrei as meninas, que só sairam do banheiro sem nem olhar pra mim, só a Saireh me olhou com um olhar triste como se tivesse me enterrando. Naquele momento sem saber, ela me enterrou junto com tudo que eu já amei, incluindo as minhas melhores amigas, minhas irmãs e os meninos, os seres humanos do sexo oposto que eu nunca odiei na vida, eu tinha me enterrado sem querer. Sequei as lágrimas tinha derramado enquanto olhava minha vida ir embora e saí. Fui até o Bill e disse que ia embora com ele ou não, ele decidiu me levar pra casa, quando cheguei ao apartamento a reação que tive foi juntar tudo que era meu e por na sala, eu partiria no dia seguinte.
quando acordei no sábado as meninas estavam dormindo, peguei minhas coisas e saí. Deixei na porta da geladeira um bilhete:

" Meninas,
Estou deixando nosso apartamento porque não posso mais ficar num lugar que ninguém quer minha presença. Desculpa por decepcionar vocês mas, não posso mudar as coisas que meu coração decide por mim .
Amo vocês e os meninos.
Bjs, Liika!"

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Que situação!

Era horrível pra mim pensar que o Rafa e o Pê estavam mal por nossa causa, e ver a cara do Wall, do Chris, do João e do Lu era torturante, mas, não tinha jeito, passaríamos por isso, foi escolha nossa.
Não adiantava conversar com Bill e Tom em alemão, por que Rafa e Pê entenderiam então apenas demos um beijo nos meninos e nos despedimos. Chamamos e Rafa e o Pê para fora do apartamento para conversarmos e para que ninguém, além de nós, entendesse o que estava sendo dito, o fizemos em alemão:

_Bist du in Ordnung? - Perguntei

_ Warum gehen wir nicht? - Respondeu Pê como se não se importasse com o que fazemos.

_Ich weiß nicht. Es schien.Aber wenn Sie sich nicht interessieren und es gibt kein Problem, groß. Lass uns gehen. - Disse Thaliik, tentando arrancar algo deles.

_Ok Stop it Pedro. Wir sind böse. Natürlich sind wir. Wir lieben euch beide und jetzt sind wir watching you with ... sie. Verstehen Sie? Es ist schwer für uns beide, wir uns schlecht fühlen. Das ist alles. - Respondeu Rafa como se fosse simples.

_Sie denke nur, Rafael? Es ist fast eine Tragödie. Wir haben auch ein schlechtes Gewissen, dass Sie sich irren. Wir lieben euch beide ein Leben lang, aber ich weiß nicht, was passiert ist. Er bewegt mich. Es scheint, dass nichts kann mich berühren, wenn ich bei ihm bin. Ich weiß nicht, was passiert. - Respondi.

_Und nichts wird dich sowieso treffen, weil er dich liebt und wird nicht zulassen, nichts dich getroffen. So wie ich niemals etwas treffen Sie Ayla, weil ich dich mehr als mein Leben liebe. Sie und die Mädchen sind der Grund meines Lebens, seit ich sie traf, und es hat über 10 Jahre. Aber ich mache ihm keine Vorwürfe, noch du, so dass wir jetzt gehen, ich würde es dir nicht verdenken und mache ihm keine Vorwürfe dafür, dass in dich verliebt po gefallen, bist du fast ein Engel. Aber es ist sinnlos, hier zu bleiben reden, wie Sie es und ich werde nie aufhören dich zu lieben. Ich liebe dich auch. - O Rafa desabafou e saiu, foi chorar longe de nós. Porque ele odeia que a gente veja ele chorando. Então foi a vez do Pê:

_Haben Sie das Gefühl die gleiche Sache für Tom? Die gleiche Sache, dass sie die Bill fühlt?

_Mehr oder weniger. Ich weiß nicht genau, was ich für ihn fühle, aber fühle ich mich gut, ihn dabei haben. Es ist fast ein Traum.

_Sind Sie sicher, das ist nicht verwirrend Dinge Talita? Vielleicht ist es nur, weil er dein Idol oder so etwas ist. Du weißt, es kann verwirrend sein. Aber am Ende, was ich will, ist, dass ich nicht mit Ihrem Leben stören, wenn Sie bei ihm bleiben wollen, gebe ich dir mehr zu unterstützen, aber nur, wenn Sie wirklich lieben. Ich liebe dich. Vergessen Sie nicht. - Ele saiu. Foi até o nosso apartamento, pegou as coisas dele e foi pra casa, do mesmo jeito que o Rafa tinha feito.

Eu e a Thaliik, ficamos chorando no corredor do prédio sem saber o que fazer. Mas, prometemos a nós mesmas que iríamos resolver isso, o mais rápido possível.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Lágrimas

Quando entramos no carro, Bill me perguntou:

_Tá tudo bem?

_Tá tudo bem amor.

_Você disse que o amava.

_Mas, eu o amo. Ele e os meninos são meus melhores amigos desde que eu sou um cotoquinho de gente, eu os amo.

_Você sabe que não foi isso que você e ele quiseram dizer com aquele 'eu te amo'. Você ainda gosta dele?

_Nein, ich habe nur mit meinem besten Freund und Ex-Freund wurde ausgewogen, zu weinen.

_Okay, lasst uns nicht kein Kampf, nicht heute.

Ele me abraçou e perguntou aonde eu queria ir, decidimos ir, todos quatro, ao shopping. O Tom também quis algumas explicações da Thaliik, mas, não prolongou a conversa.
O passeio foi divertido e todas as conversas em deutsch. As pessoas olhavam como se todos fossem turistas até que chegavamos em algum lugar e pediamos algo em português, estávamos confundindo todo mundo.
Eles foram nos levar em casa e... lá estavam os meninos, o Wall olhava pra mim e pra Thaliik como se estivéssemos cometendo um crime, o Chris sempre achou que todas nós deviamos casar com ele *kkk'*, o pior era encarar o Rafa e o Pê, eles estavam mal e eu também.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Ok... Temos que pensar em alguma coisa!

Eu e Thaliik descemos e ficamos comendo as unhas no elevador, o que a gente ia dizer pros meninos? Será que isso já estava indo longe demais? Eu estava morrendo de pena do Rafa, ele era meu amigo de infância e eu não tinha idéia do que ia dizer pra ele. Quando chegamos lá embaixo tentamos passar por eles sem sermos vistas, mas, o Wall nos viu e gritou:

_Liika, Thaliik, onde vocês vão?

Sem graça eu fui até ele para lhe dar um beijo e responder a pergunta:

_Vamos dar uma saída.

_Sozinhas? - Perguntou o Chris.

_Não. - A Thaliik nunca consegui mentir pro Chris.

_Quem vai com vocês? - Perguntou o Rafa.

E para piorar mais as coisas os meninos (Bill e Tom) vieram até nós saber o que estava acontecendo:

_Amor, o que tá havendo aí?- o Tom perguntou a Thaliik, já puxando a cintura dela.

_Nada, a gente veio dar um beijo nos meninos.- Ela respondeu - Não e um problema pra você, é?

_Não, o que é isso? Que tipo de namorado acha que eu sou? Não sou tão chato assim, sabia?

_Não sabia que estava namorando Thaliik. - Disse o Pê meio o triste com a situação.

_Desculpa não ter te contado, aconteceu de repente, ele me pediu em namoro ontem, não deu tempo. - Ela respondeu sem graça.

_Tudo bem, eu não tô te condenando. - A Thaliik não aguentou e o abraçou chorando e pedindo desculpas ao pé de seu ouvido. - Não precisa se desculpar, eu te adoro e vou te apoiar em tudo, mesmo nisso.

_Te adoro muito, Pê. - Ela respondeu chorando.

Então Rafa me pergunta:

_E você, Liika? Está namorando?

_Sim. - Não podia mentir pra ele, muito menos com o Bill ali.

_Que bom, meu anjo. Tá feliz? - Ele perguntou com os olhos cheios de água.

_Muito. - Também estava prestes a chorar. O abracei - Mesmo que agora você me odeie, nunca esqueça do dia que começamos a namorar, porque eu, nunca vou esquecer. Eu te amo.

_Também te amo. E não se preocupe, nunca vou esquecer o dia mais feliz da minha vida. - Ele me soltou e eu me senti sozinha, deixamos as lágrimas cairem e ele disse aos meninos - Vamos subir?

_Vamos - A resposta veio de todos, o Wall parecia decepcionado com a gente.

Entramos no carro dos meninos chorando.